quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Charger, ao longo dos anos. Parte I

Nesta parte da postagem (Parte I), colocarei algumas fotos do Charger ao longo dos anos. Comentarei as modificações sofridas. E na parte II, darei atenção total ao Charger brasileiro.

1966:
Como dito anteriormente, o Charger veio do Coronet '66. Então ai está:

Este é o Coronet, 1966, Tinha 8 motores disponíveis, de um Slant-6 (in-line 6) de 3,7 litros até os nervosos 440 Magnum V8 e 426 Hemi.
E a maioria destes, com mais de uma configuração.
Dando um leque de escolhas ao cliente, quanto a potência.
O modelo também teve 4 carrocerias distintas, Coupé 2 portas, Conversível 2 portas, Sedan 4 portas e Station Wagon 4 portas.



Depois das modificações, este foi o resultado, surgiu a lenda. Já nos primeiros anos o Charger se tornou sensação, nas ruas e nas pistas da Stock Car. Teve até uma aparição no filme "Carros". Como o lendário Dodge Charger Daytona/Plymouth Superbird. 



O modelo R/T veio em 1968, junto com o novo visual:


Existe um exemplar como este, aqui no Brasil.
RS se me recordo bem. Mesmas cores.

Encontrei esta foto por acaso, um magnífico Charger
tomando forma em uma de suas linhas de montagem.




1969, aparece o Superbird/Charger Daytona,
e os Dukes of Hazzard. Famosa série de tv (1979-1985), no Brasil foi nomeado "Os Gatões".
Seriado de tv no qual dois primos do Alabama (os Dukes), Dirigiam seu Charger 1969 Laranja, o General Lee, pela cidadezinha de Hazzard
causando várias confusões.


 
Os protagonistas, e um dos Generais Lee, usados na série.







Inúmeros Chargers são caracterizados Generais Lee até hoje por fãs
nos EUA. Recentemente foi lançado um re-make do seriado, em forma
de filme, com o mesmo nome. Mas ninguém faz o que eles faziam na tv.

Nas pistas.


O Daytona em si, só foi para as ruas devido ao regulamento da Nascar.
Para competir na categoria, o carro deveria possuir uma versão de rua.
Por isso foram fabricadas poucas unidades, apenas para satisfazer as regras.
                                         Quase esqueci de monstrar o Charger, normal.




1970:
Poucas mudanças no visual em 1970, a grade dianteira perdeu
a divisão central na vertical. Mas ganhou uma linha na horizontal.
O muscle também aparece no filme Velozes e Furiosos.
Escondido debaixo de um Blower.



1971
O ano, afinal, ele veio para cá!
Mas, isso vai ser exibido na próxima postagem.
Charger, sendo Charger, só é reconhecido até 1974.
(pela maioria dos amantes)
Pois, em 1975 se tornou um clone barato de um outro modelo
da chrysler.


Detalhe no capô, que expunha um entrada de ar retrátil.

A nova traseira.
Bom a partir daqui, o Charger seguiu com a mesma carroceria até
1974, com poucas modificações estéticas.
Somente algumas lanternas, frizos e faixas mudaram.
Em 1975, ele morreu, digamos assim.
Para os Estados Unidos.
Pois aqui em 1975 ele estava no seu auge.

Algumas fotos que não couberam antes:

Coronet nas pistas da NASCAR.
Propaganda 1966.
Interior do 1966.
Exibindo seu poderoso Hemi 426.
Curiosidade: o motor Hemi, marca registrada Dodge,
já esteve aqui no Brasil. Sim, os Simcas, com seus V8 Tufão
erão Hemis!
O tal V8 tufão de cerca de 138 cv. Era um pequenino
Hemi, que inicialmente foi um projeto de Henry Ford
que odiava tudo que não fosse V8.
Começou com o Ford V8 Flathead, que foi
uma tentativa de substituir os in-line 6 (6 cilindros em linha)
por V oitos menores.
Que por um motivo que não me recordo acabou nas mãos
da Chrysler, e implementado nos franceses Simca.
Pesquisarei mais e quem sabe falo disse mais adiante.
Por hoje é só!


Continua.




terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Nasce o Charger, Dodge Charger.

Sem dúvida um dos maiores ícones dos anos 70 no Brasil, o lendário Dodge Charger. Nasceu em 1966, como resposta da Chrysler a explosão dos Muscle Cars nos E.U.A., que consistiam em carros compactos (relativamente aos full-size) com grandes e potentes motores. O modelo veio de uma derivação do Dodge Coronet 1966, com algumas modificações. Colunas traseiras alongadas, Faróis ocultos e motores disponíveis até 7000cm³.
Imagem do primeiro charger, de 1966. (E.U.A.)


    Charger no Brasil

   Aqui não tinhamos o Coronet, portanto no nosso Charger, foi usada a estrutura do Dart. Basicamente os mesmos princípios adotados pela Chrysler norte-americana: Colunas traseiras alongadas, faróis escondindos, assentos individuais dianteiros e uma maior potência, 215 cv. Com tudo isso, ele chegou provocante, como a maioria dos Dodges esportivos.

Se alguém tiver esta revista, em boas condições me interesso na compra.
A Foto, assim como o banner no título do blog, mostra
o primeiro modelo no Brasil do R/T, em 1971.
O meu prediléto.


Continua.